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ADRIANÓPOLIS Ditrito Pela lei estadual nº 6387, de 03-07-1963, é criado o distrito de Adrianópolis e anexado ao município de Granja. O distrito está localizado no Litoral Norte do Estado e junto á Serra da Ubatuba, aproximadamente a 63km da sede do município de Granja/CE e a 410km da Capital Fortaleza/CE. O pequeno povoado antes denominado Taboleiro acredita-se que surgiu por volta do secúlo XIX, o desenvolvimento do povoado está ligado a propagação da fé ao Santo Padroeiro do povoado São Sebastião, santo de devoção do Sr. Angelo Adrião de Araújo filho de Sr. Adrião Araújo Lopes o então fundador da comunidade. Na década de 1920 que a comunidade da inicio as festividades de São Sebastião no decorrer do mês de Janeiro ganhando a cada ano um número maior de devotos e fiéis. Em 1932 Sr. Angelo Adrião de Araújo junto com a comunidade deu início a construção da capela de São Sebastião tendo sido concluída em 1934, sendo realizada a missa inaugural em 1° de Janeiro de 1934 pelo Padre Vicente Martins da Costa paróco da paróquia de Granja/CE. O nome Adrianópolis foi concedido em homenagem ao seu fudador Sr. Adrião Araújo Lopes nome que foi sugerido pelo Bispo da epóca DOM TIMÓTEO. O distrito é agraciado com belas cachoeiras e rios de um povo acolhedor e humilde. Visualizar
IBUGUAÇU Ditrito O distrito de Ibuguaçu está vinculado ao município Granja localizado no estado Ceará - CE. Este distrito pertence à microrregião Litoral de Camocim e Acaraú e à mesorregião Noroeste Cearense. Distante aproximadamente 80km da sede do município de Granja/CE e 440km da capital Fortaleza/CE. Toponímia: O Distrito de Ubatuba, teve o nome substituído para Ibuguaçu, que na língua dos Tabajaras Tapuias e Tremembés, habitantes da região, significa "Terra Grande". A região do distrito de Ibuguaçu é rica de fauna e flora, ainda se destacam os belos atrativos naturais como cachoeira e Canyon da Pirapora, sem dúvidas um grande lugar para aproveitar a natureza. FUNDAÇÃO: Pelo ato provincial de 29-09-1874, é criado o distrito de Ubatuba e anexo ao município de Granja. Pelo decreto-lei estadual nº 1114, de 30-12-1943, o distrito de Ubatuba passou a denominar-se Ibuguaçu. Pela lei estadual nº 6388, de 03-07-1963, desmembra do município de Granja o distrito de Ibuguassu. Elevado à categoria de município. Pela lei estadaua nº 8339, de 14-12-1965, os município de Granja adquiriu o extinto município de Ibuguassu e Parazinho, como simples distrito. Fonte: IBGE Visualizar
PARAZINHO Ditrito Pelo ato provincial de 13-07-1886, é criado o distrito de Parazinho a anexado ao município de Granja. Em divisão territorial datada de 31-XII-1963, o município é constituído de 5 distritos: Granja, Adrianópolis, Pessoa Anta, Sambaíba e Timonha.

Pela lei estadaua nº 8339, de 14-12-1965, os município de Granja adquiriu o extinto município de Ibuguassu e Parazinho, como simples distrito. FONTE: IBGE Origem:

Uma sesmaria doada ao português: Domingos Machado Freire; que começou a ser povoada por volta de 1650. Cercada de mistérios, natureza abrangente e de também muitos índios. Lugar que mais tarde seria palco de uma milagrosa aventura que até hoje nos causa admiração.
Conta-se que por volta de 1700, um navio à vela, conduzidor de especiarias, partiu de Pernambuco com destino a um lugar chamado de ‘Porto do Francês’ (hoje, Urtiga) ao Ceará. E após longos dias de penosa viagem, formou-se um terrível temporal. Era noite. No céu o relâmpago fendia o espaço e o trovão ecoava de lado a lado. Um vento rígido soprava com fúria, rasgando as velas do barco e o mar ameaçava cada vez mais a frágil embarcação com seus tripulantes.Aterrorizados pela violência da tempestade, os navegantes prometeram a Nossa Senhora do Livramento (de quem eram devotos, e costumavam recorrer), fazendo o voto que se escapassem com vida, no lugar em que encontrassem “gente mansa” que lhes pudessem socorrer, ergueriam um altar a excelsa Virgem do Livramento.
A embarcação foi a pique nas proximidades de Jericoacoara, afundando com toda a carga e alguns tripulantes. Porém, três náufragos (que se tem notícia) sobreviveram e chegaram à costa que então era habitada por índios selvagens. Por alguns dias percorreram as praias (enfrentando o sol escaldante, durante o dia; e um frio intenso, à noite. Além da fome).Encontraram então, um pequeno lago e seguiram um riacho que era afluente do mesmo. Subiram uma pequena colina no intuito de melhor se orientarem e lá, próximo de um velho pé de juazeiro, decidiram descansar. Já sem esperança de vida, ouviram um tiro. Imediatamente seguiram a direção do som. Lá encontraram um humilde caçador holandês, que os conduziu à sua pobre moradia (uma pequena choupana), acolhendo-os amigavelmente.Em comprimento do voto ergueram uma tosca e pequena casa de oração dotada de um altar à N. S. do Livramento no local do encontro com o caçador, que é o mesmo em que está a antiga Capela do Parazinho, atual Educandário.
Alimentados e mais fortes, foram conduzidos pelo caçador até o povoado mais próximo, terras de propriedades do Coronel Gerônymo Machado Freire (primo herdeiro de Domingos), abastado fazendeiro das terras próximas a ribeira do Coreaú, onde nas mesmas aconteceu o encontro dos sobreviventes com o caçador.
O tempo foi passando e vários milagres atribuídos à Santa foram acontecendo, levando a devoção de muitos romeiros a transformar-se na maior romaria do Norte do Ceará.Era a cura da Ribeira do Acaraú, cuja jurisdição da região pertencia ao Pe. João de Matos Monteiro, que chegou pela primeira vez ao curato em 1713.
Tudo isso nos leva a crer que a Capela tenha sofrido muitas intervenções até chegar à sua forma de um único e pequeno vão, construído pelo Capitão-mor Domingos Machado Freire (e que assim permaneceu por mais de um século), que doou meia légua de terra quadrada em torno da sua construção.
Após isso, com 80 anos de idade, Domingos faleceu no dia 15 de março. Sendo sepultado na Capela que ele próprio construíra. Deixando um rico legado ao seu jovem primo: Gerônymo Machado Freire, com a obrigação/condição de casar com uma filha de seu sobrinho, Francisco Machado.
Após algum tempo, vivendo sua grande paixão, Gerônymo caçava com seus amigos e seus bravos cães. O mesmo se encontrou isolado e foi atacado por uma feroz onça que estava a lhe devorar. Ele que também tinha devoção a N. S. do Livramento, pediu socorro à Mesma: -prometendo doar meia légua de terra.
Sendo salvo pelos seus criados que chegaram de imediato, Gerônymo deu então a terra, tendo como ponto central uma pedra existente no terraço da casa de Manuel Joaquim Salgado (um dos moradores que já residia perto do altar erguido).
Voltando os náufragos após alguns anos mais tarde, trouxeram a primeira Imagem (que media mais ou menos 50 cm). Daí então iniciaram a construção que é a parte central do Educandário.
Os habitantes deste povoado, decidiram então chamá-lo de Nossa Senhora do Livramento do Pará (hoje Parazinho), nome dado em origem ao lago chamado de Pará, existente ao lado direito da Capela.

Origem da Imagem:
Em 1795, foi adquirida em Pernambuco, procedente de Portugal (no mais puro estilo barroco), a imagem de N. S. do Livramento que permanece hoje no altar da Igreja.
Pela quantia de 70$000 (setenta mil réis) sob encomenda do então administrador do patrimônio, Coronel Gerônymo Machado Freire.

Principais obras:

Em 1888, foram construídos o primeiro cemitério publico junto com o novo caminho em linha reta para a cidade de Granja, por ordem e sob a direção do Dr. Álvaro de Alencar, então juiz municipal e de capelas no termo-sede da comarca de Granja.


Em 1911, foi iniciada a construção do açude de Parazinho.
Sua construção deve-se aos esforços do vigário da época. Que conseguiu o primeiro estudo em abril, feito pelo agrimensor italiano Vicente Piceffinini; mas o estudo não foi concluído. O padre volta à carga e consegue em novembro do mesmo ano que o engenheiro norte-americano: Dr. Geraldo Warring, também contribua com o estudo. Finalmente, em março de 1913, o Dr. Antonio Zabulon, concluiu o tão esperado projeto. Em agosto de 1916, o Dr. José Ferreira e Plínio Pompeu concluem-no em novembro de 1917.
A obra custou aos cofres do Governo à importância de duzentos e cinqüenta contos de réis (250$000).
Foi construído pelo Governo Federal que o repassou ao Estado, e possui dois milhões e meio de metros cúbicos de água (2.500.000 cm3).

Em 1915, por incentivo do nobre deputado Coronel Luiz Felipe de Oliveira, mandou levantar o teto da Igreja mais um metro da porta principal ao altar-mor, forrou e assoalhou toda a igreja, que é uma construção de estilo neoclássico com alguns leves traços de barroco.
Em 1916, devido ao crescimento do número de romeiros, o vigário da época, Pe. Vicente Martins da Costa, construiu uma dependência atrás, para servir de consistório e duas naves laterais, dando-lhe assim a forma de cruz, símbolo da Cristandade.
As paredes laterais da nave principal eram pintadas com uma série de quadros a óleo referentes à vida da Virgem Maria e um alusivo ao naufrágio.
Na sacristia eram depositados os ex-votos de madeira que chegavam a mais de mil, espalhando-se até pelos corredores laterais. E nas paredes uma vasta galeria de fotos de romeiros.

Mas a festa foi crescendo e a Capelinha estava pequena para abrigar tanto romeiros. O então vigário da época, Pe. Manoel Vitorino de Oliveira, de saudosa memória, lançou a 2 de junho de 1941, a pedra fundamental para a construção de uma igreja maior que pudesse acolher com mais conforto o seu vastíssimo rebanho. A obra foi projetada pelo arquiteto italiano Agostinho Balmes Odísio, em estilo gótico, bem ao gosto da época. A 16 de janeiro de 1944, foi inaugurada pelo seu idealizador, com a ilustre presença do bispo diocesano D. José Tupinambá da Frota a nova Capela que permanece até os dias de hoje.




Parazinho é um distrito do município de Granja no Ceará, que fica há aproximadamente 360 Km de Fortaleza. Sua população é de aproximadamente 8 mil habitantes e sua economia é movida pelo cultivo de castanha de caju, milho, feijão, mandioca e principalmente carnaúba. Um lugar que todos os anos recebe centenas de fiéis do Brasil inteiro que vão participar da grande festa de nossa Senhora do Livramento, que impulsiona o crescimento da localidade, e admirar suas belas paisagens.
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PESSOA ANTA Ditrito Pelo decreto estadual nº 448, de 20-12-1938, o distrito de Itaúna, passou a denominar-se Timonha. Sob o mesmo decreto o distrito de São Miguel passou a denominar-se Pessoa Anta e São Francisco a denominar-se Coreaú

No quadro fixado para vigorar no período de 1939-1943, o município é constituído de 8 distritos: Granja, Martinópolis, Parazinho, Pessoa Anta ex-São Miguel, Riachão, Coreaú ex-São Francisco, Timonha e Ubatuba. Origem do nome

O nome Pessoa Anta que define o distrito atual decorre de justa homenagem ao revolucionário João de Andrade Pessoa Anta, um dos mais ilustres filhos de Granja, que, por sua patriótica adesão ao movimento separatista denominado “República do Equador”, pagou com a própria vida, sendo fuzilado na Praça dos Mártires , hoje Passeio Público, em Fortaleza, no dia 30 de abril de 1825.

? Primeiros Habitantes
.Como observa o historiador Haroldo Ximenes, em fins do século XVII, o atual território do município de Granja era habitado por diversas tribos indígenas, com línguas e costumes diferentes entre si, tais como os Tabajaras, os Acoançus, os Tremembés, os Anacés e os Arariús. Como esperável, ao buscar a confirmação da existência desses aborígines naqueles lugares, louva-se Ximenes em assentamentos deixados pelo Padre Ascenço Gago, o religioso que foi o real iniciador da colonização devidamente organizada na região aqui analisada.
Em primeiro lugar,Padre Ascenço Gago garantiu a autoridade pessoal dos três maiores caciques da região, D. Jacob de Sousa, D. Salvador Saraiva e D. Simão Taminhaba, cuidando para que não houvesse entre eles qualquer vinculo de subordinação. No ano de 1746, o cacique D. Simão de Vasconcelos retornou da Ibiapaba para a serra da Tabainha,que, a a partir dessa época, ficou conhecida de Serra de d. Simão o Padre Ascenço Gago, os Acoançus que ali habitavam eram de elevada estatura, e não eram antropófagos, mas ótimos guerreiros que manejavam com destreza o arco e a flecha.

? Colonizadores , filhos ilustres e personalidades ligados ao Distrito de Pessoa Anta.
Superior da Missão de Ibiapaba o padre paulista Ascenço Gago e seu auxiliar o padre Manoel Pedroso Júnior, sobrinho de Pedro Pedroso antigo supervisor daquela obra
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SAMBAÍBA Ditrito O Distrito de Sambaíba de Granja está localizado na Microrregião de Litoral de Camocim e Acaraú na estado do Ceará (CE) na Brasil. As coordenadas de satélite de Sambaíba são: latitude 3°12'2"S e longitude 40°57'25"W. O distrito fica aproximadamente á 25km da sede do município Granja/CE e a 350km da capital Fortaleza/CE. Pela lei estadual nº 6727, de 05-11-1963, é criado o distrito de Sambaíba e anexado ao município de Granja. Sambaíba tem uma população de pouco mais de 4.000 mil habitantes. No distrito é realizado todos os anos os festejos de sua Padroeira Nossa Senhora da Conceição. Fonte: IBGE Visualizar
TIMONHA Ditrito Timonha é um distrito brasileiro pertencente ao município de Granja, Ceará. A localidade Timonha de Granja está localizada na Microrregião de Litoral de Camocim e Acaraú na estado do Ceará (CE) no Brasil, distante á 49km aproximadamente da sede do município de Granja/CE e 380 km da capital do Estado Fortaleza. As coordenadas de satélite de Timonha são: latitude 3°15'45"S e longitude 41°8'19"W. Entre os dias 3 e 13 de dezembro comemora-se em Timonha os festejos de Santa Luzia padroeira do distrito, tradicionalmente conhecido na região. Pelo decreto estadual nº 448, de 20-12-1938, o distrito de Itaúna, passou a denominar-se Timonha. O distrito é banhado pelo Rio Timonha que tem um comprimento de 90km, sua nascente fica na Serra da Ibiapaba no município de Viçosa do Ceará e sua foz fica no Oceano Atlântico na divisa ente Ceará e Piauí. No distrito de Timonha está localizado O PARQUE ESTADUAL DAS CARNAÚBAS está no limite Norte da Serra da Ibiapaba, no Distrito de Timonha, no Município de Granja, estendendo-se a partes do Município de Granja, este componente no Maciço da Ibiapaba. O Parque foi pensado com a dimensão de 10.005 hectares e abrange terrenos elevados, com até 740 metros de altitude e terrenos baixos, com altitudes inferiores a 300 metros, constituídos geologicamente de rochas sedimentares e complexos cristalinos.

A vegetação dominante é o cerrado, que nos seu limite de tolerância ambiental, perdem as folhas, são caducifólias. Nas terras baixas sobre o Complexo Cristalino, predominam terrenos com solos de má drenagem, salinos e os que ficam alagados no período chuvoso. Nestas áreas predomina a Carnaúba (Copernicia prunifera) que, dependendo do tipo de solo, ora está associada a espécies de cerrado e ora às espécies de Caatinga. A Carnaúba é a árvore símbolo do Estado do Ceará.
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Prefeitura Municipal de Granja

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 Praça da Matriz , nº S/N Centro

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